Os últimos dados sobre HIV/Aids divulgados no começo do segundo semestre deste ano pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) revelam que houve avanços no combate ao vírus em algumas regiões do globo, principalmente no continente africano.

O documento aponta que cerca de 1,7 milhão de pessoas foram infectadas pelo vírus do HIV no ano passado. Estes índices indicam uma queda de 16% comparados aos indicativos de 2010.

No entanto, mesmo que o estudo mostre uma redução em termos globais, o relatório intitulado "Atualização Global sobre a Aids – Comunidades no centro" demonstrou um aumento de novos casos de Aids em alguns países. Um dos exemplos é Angola, onde o número de ocorrências aumentou em crianças.

De acordo com o estudo, o cenário da infecção pelo vírus do HIV está se alterando. Em 2018, 54% dos pacientes infectados no mundo estavam inseridos nas chamadas "populações-chave", isto é, pessoas encaixadas em grupos de maior risco (e parceiros) como profissionais de sexo, usuários de drogas injetáveis, gays, transexuais e presidiários.

A boa nova é que o número de casos de mulheres contaminadas, entre 15 e 24 anos, decresceu 25% de 2010 a 2018. A expectativa da pesquisa da Unaids é que, até 2020, 90% das pessoas infectadas com HIV sejam diagnosticadas e tratadas de modo adequado.

Os programas de prevenção e a marginalização

Apesar do franco decréscimo de infecções pelo HIV em populações-chave - em 2010, os índices chegaram a alcançar 95% -, o relatório ainda mostra uma defasagem no que se refere aos programas de prevenção ao HIV em mais da metade dos países pesquisados. A Unaids afirmou que essa negligência foi proporcionada pela marginalização com este grupo de pessoas.

 "A epidemia do HIV pôs em foco muitas falhas da sociedade. Onde há desigualdades, desequilíbrios de poder, violência, marginalização, tabus, estigma e discriminação, o HIV toma conta", comentou Gunilla Carlsson, diretora do Unaids.

Em lugares remotos e ermos, os chamados "testes rápidos" surgiram como uma luz no fim do túnel para o controle da epidemia. Além disso, a população-chave, muitas vezes marginalizada, tem à disposição uma série de alternativas para o diagnóstico do vírus do HIV, com muito mais discrição e rapidez.

O Autoteste HIV da BioSURE é, sem dúvidas, um diagnóstico avançado, fácil de ser manuseado, acessível e rápido. Ninguém precisa sair de casa, a embalagem é discreta, e com apenas uma gota de sangue você tem o resultado, com 99,8% de precisão, em apenas 15 minutos.

É um modo reservado e totalmente eficaz de se prevenir contra a doença com muito mais segurança e discrição.